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Recebendo o diplomata português na corte, a rainha da Inglaterra o convidou para dar uma volta pelas ruas de Londres na carruagem real.

De repente, um dos cavalos solta um tremendo pum. A rainha, perde complemente o rebolado, fica toda sem graça e diz:

– Peço mil perdões, mister Fernandes. Não sei como isso pode acontecer.

E o diplomata lusitano, com toda delicadeza:

– Não se preocupe, Majestade… Eu até pensei que tivesse sido o cavalo!

risos

Um carioca trabalhava na seção de verduras de um pequeno supermercado em São Paulo. Um dia chega um senhor e lhe pede meio pé de alface. O carioca pede ao freguês que aguarde, pois teria de consultar o gerente. Na gerência, ele grita da porta:

– Patrão, tem um unha de fome que quer meio pé de alface…

Nem bem acabara de gritar, o carioca se dá conta de que o freguês estava bem atrás dele. Então, virando-se para o cliente, acrescenta com voz aveludada:

– … e este distinto cavalheiro se oferece para comprar a outra metade!

O gerente concorda com a venda.

No final do expediente, o gerente manda chamar o funcionário e lhe diz:

– Você tem grande presença de espírito e conseguiu se sair bem da enrascada em que se meteu. É de funcionários assim que eu gosto. De onde você é?

– Do Rio!

– Ah, é? E por que você saiu de lá?

– Não gostava. No Rio só tem puta e jogador de futebol.

– Ora, vejam só! Minha esposa é carioca – responde o gerente.

– Não me diga… Em que time ela jogava?

britney laughing

Durante uma crise da febre da vaca louca, uma repórter televisiva foi entrevistar um velho fazendeiro no interior de Minas Gerais.

Ela começa:

– Boa noite, senhor.

– Noite, moça!

A repórter:

– Estamos aqui para ouvir sua opinião sobre a terrível doença da vaca louca. O que o senhor acha que causa isso?

O mineirim olhou para a moça e respondeu:

– Ocê sabe que o touro come a vaca somente uma veiz por ano?

A repórter, visivelmente embaraçada, respondeu:

– Bem, senhor, eu não sabia… Informação interessante, mas o que isso tem a ver com a doença?

– Ocê sabia que as vacas são ordenhada duas veiz por dia?

– Senhor, novamente agradeço a informação, mas a que o senhor atribui o fenômeno da vaca louca?

O mineiro, já irritado, respondeu:

– Uai? Imagina se eu ficasse brincando com suas tetinhas duas veiz por dia e só trepasse cocê uma veiz por ano. Ocê tamém não ficaria lôca?

selena laughing

O peão estava trabalhando no 18º andar de uma construção altíssima, quando de repente sente aquela vontade de urinar.

– Posso descer para mijar? – Pergunta ao encarregado.

– Que nada! Você vai perder muito tempo! Mije daqui mesmo!

– Como?

– Tá vendo aquela tábua ali? Você vai até a ponta dela e mija dali.

– Mas ela vai cair!

– Não se preocupe, eu fico na outra ponta para fazer o contra-peso.

Assim que o peão abre a braguilha e tira o dito cujo pra fora, toca o telefone, o encarregado vai atender e o pobre coitado cai lá de cima.

Algumas horas depois, o engenheiro da obra estava tentando entender o que havia acontecido, onde estava a falha da segurança, quando alguém arriscou um palpite:

– Eu acho que foi um problema sexual!

– Problema sexual?! – Indignaram-se os outros.

– Sim! Eu vi ele caindo… ele tava com o pinto na mão e gritava: “Cadê aquele veado? Cadê aquele veado?”.

ri-zus

Um dia o mineiro resolveu pescar sozinho que já tava de saco cheio de gente em volta dele. Vara na mão, lata de minhoca e lá vai ele pro rio, bem cedinho.

No caminho ele encontra um caboclinho que começa a acompanha-lo.E o mineiro já pensando: ô saco, será que esse caboclinho vai ficar grudado ni mim?

Chegaram no rio e o caboclinho do lado sem falar nada. O mineiro se arruma todo, começa a pescar e também não fala nada.

Passam 3 horas e o caboclinho acocorado olhando sem dar um pio. Passam 6 horas e o caboclinho só zoiando…

Já no finalzinho do dia o mineiro ficou com pena e oferecendo a vara pro caboclinho disse:

– Ô mininim, qué pescá um cadim?

E o caboclinho responde:

– Deus me livre moço! Tenho paciença não, sô!

he-zus

O neto telefona para a avó italiana dizendo que vai visitá-la levando sua namorada para conhecê-la. A “nonna” então começa a explicar ao neto como chegar até lá:

– Quando você chegar ao prédio, na porta da frente tem um grande apinel. Io moro no apartamento 301. Capito? Aperte o botón do interfone com o cotovelo, que io abro la porta. Entre e pegue o elevatore de la mano destra. Aperta o número três com o cotovelo. Quando sair do elevatore, mio apartamento é na finestra. Com o cotovelo, aperte a campainha que io atenderô.

– Nonna, parece fácil, mas por que tenho que apertar todos botões com o cotovelo?

– Porca miséria! Dio mio, ma como que têm corage de vir ver la nonna de mão vazia?

ryzuz


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